Um rockeiro citou

Rockeiro, apaixonado pela música, sonhador e explorador. Informática minha amante das madrugadas.

“Se tu tem vergonha das coisas que acredita… então por que acredita?”

“Eu te escrevo, mas é você que me compõe.”

“Eu acharia toda a minha vida um porre, se não levasse em mim, um pedaçinho de ti todos os dias.”

“Morra engasgada com esse seu “eu te amo” filha da puta.”

O escritor de boteco,

bebe seu álcool como sua poesia, e a exala ao vento como à fumaça do seu cigarro. Lacrimeja ao escrever aquele verso feito de tristeza, como o choro do porre do excesso de bebida engolida da velha rotina. Se compara com o amargo do lento gole daquela bebida quente em seus lábios secos.

Um escritor viciado,
que um dia amou
e foi jogado.

(Source: notadeflor, via oxigenio-dapalavra)

Meu nome é sexo

oxigenio-dapalavra:

Ela era mais uma dessas mulheres com potencial suicida. Seu nome era Flávia e ela tinha trinta e dois anos. Professora de literatura. Sofredora, solitária e com um cachorro chamado carinhosamente de “Cão.” Flávia era dessas pessoas não muito apegadas aos costumes casuais, como arrumar um nome…

(Source: objetomediocre)

“De onde vem a calma daquele cara?
Ele não sabe ser melhor, viu?”

“Você é um sonho bom, que mudou o tom da minha vida .”

“O pior disso tudo, é que tenho saudade de uma pessoa que não existe mais.”

“Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, das descobertas que fizemos; dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos. Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim… Do companheirismo vivido. Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre. Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe nos e-mails trocados. Podemos nos telefonar conversar algumas bobagens… Aí os dias vão passar, meses, anos, até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo. Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: “quem são essas pessoas? Diremos que eram nossos amigos… E isso vai doer tanto de saudade e de tristeza de não ter mais essas pessoas junto a nós! Responderemos: Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!”

—   Vinícius de Moraes‎   (via tristegrafias)

(Source: bau-das-palavras, via tristegrafias)